Eleições - AME/RJ - 19/08/2009

Há dois candidatos da situação, um do comando anterior da PMERJ e outro da própria AME/RJ. E há apenas uma alternativa aos mesmos!
O último pleito foi definido por 280 sócios.
Há 1111 sócios em condições de votar...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Enquanto isso, na AME/RJ



Mais uma vez o dinheiro dos sócios foi empregado em campanha própria à reeleição do atual presidente de "nossa" entidade. Vamos por termo ao instituto da reeleição!
Mais uma vez o citado candidato fez uso da primeira página do informativo da entidade (e não seu) para afirmação inverídica e o que é ainda pior, imprecisa em relação aos seus adversários.
Destaco o curioso grande aporte de recursos dos sócios sob a rubrica "despesas diversas", atingindo apenas no mês de abril do corrente quase R$ 27.000,00 (mais de 10% da receita do "clube" - pág. 11). E é interessante observar que o mesmo balancete especifica rubricas de muito menor monta: "despesas de cartório" (R$ 195,60), "material de limpeza" (R$ 323,61), "despesas bancárias" (R$ 202,29), "custas judiciais" (R$ 408,00), "serviços gráficos" (R$ 465,00), etc. Vamos providenciar auditagem das contas!
Pontuo finalmente que farei com que a assessoria jurídica da AME/RJ funcione SEMPRE e de forma adequada contra quem quer que se posicione contrariamente a interesses classistas legítimos dos militares do RJ, ainda que para tal a AME tenha que litigar com o governador, com secretários, etc.
Que venha o dia 19/08 e que os sócios definam os destinos da AME/RJ!

Democracia e transparência na AOMAI do bravo e digno 1º Ten Paulo Tavares


Não há vitória sem luta! Ainda mais com essa gente...







domingo, 9 de agosto de 2009

Pleito encaminhado ao MP do RJ

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Caro Presentante

Na qualidade de candidato à presidente da Associação de Oficiais Militares do Estado do Rio de Janeiro (AME/RJ), com sede à R. Camerino, 114, Centro, Rio de Janeiro, RJ (CEP 20080-010) e cuja eleição dar-se-á em 19/08/09, utilizo o presente veículo para reportar, rogando providências cabíveis, práticas abusivas oriundas do atual presidente, Dílson Ferreira de Anaide, candidato à reeleição na referida entidade.
Em dois momentos, o referido presidente utilizou recursos oriundos da AME/RJ para realização de campanha própria.
O Boletim Informativo da entidade alusivo ao período Abr/Mai/Jun/2009 destacou em primeira página mensagem do epigrafado abarcando não apenas campanha em prol de sua própria candidatura, como também críticas inominadas direcionadas aos demais candidatos. Embora tenha sido solicitado direito de resposta, o pleito não logrou sequer retorno.
Em 06/08/09, foi recebida correspondência oriunda da AME/RJ, na qual, além de convite para evento cultural a ser realizado na véspera do pleito, houve remessa de manifestação de cunho eleitoral em prol do aludido candidato.
Na oportunidade, coloco à disposição documentação comprobatória do ora alegado, sendo fato que a mesma foi ainda reproduzida na rede mundial de computadores, no endereço http://chapaidentidade.blogspot.com/2009/08/na-virada-de-ano-20082009-e-em-meio.html.

Wanderby B. de Medeiros

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Estômago


Na virada de ano (2008/2009) e em meio a reflexões sobre a realidade e as perspectivas de destino ainda menos alvissareiro da PM do RJ, veio a decisão de tentar concorrer à presidência da AME/RJ.
Já no dia 01/01/09, foram "disparados" alguns emails, nem muito precisos.

"Caro (...)
Preciso de auxílio para montar uma chapa com vistas à candidatura à Pres. da AME/RJ (clube de oficiais).
O estatuto dificulta muito as coisas e são necessárias cinqüenta assinaturas somente para a inscrição de uma chapa.
O que me move são as conversas que tenho mantido com uma Maj amigo da FENEME (www.feneme.org.br) e a vontade de fazer da AME para a oficialidade o que é a ADEPOL para os delegados.
A inscrição da chapa tem que ser feita em março do corrente.
Caso possa, rogo que me ajude na empreitada.
Feliz 2009!
Wanderby"

O retorno às mensagens veio e as manifestações de apoio serviram de combustível para seguir em frente com o projeto, apesar de sua impossibilidade latente, descortinada em leitura mais detida das estranhas e anacrônicas cláusulas estatutárias que regem a entidade.

Apesar da absoluta falta de auxílio por parte da presidência da AME/RJ, as assinaturas foram aos poucos e com muito custo sendo obtidas (quem queria correr esse risco?) e quase aos 45min do 2º tempo, com o inestimável concurso de um audacioso, digno, idealista e talvez não menos "louco" oficial treme-terra, a chapa e as assinaturas foram fechadas. Estava inscrita!

A título de curiosidade (e talvez um pouco de "desespero" diante da falta de informações e de recursos), busquei registros em guardados sobre a condução do processo eleitoral em épocas passadas, sob a presidência do Cel Paulo da Rocha Monteiro, verificando que em sua gestão foi disponibilizada aos concorrentes não apenas a relação de sócios votantes, mas as dependências e telefones da própria entidade para desenvolvimento equânime da campanha. Fiquei menos intranquilo!

A primeira expectativa frustrada se deu quando da leitura do estranho texto publicado no Boletim Informativo da AME/RJ (Abr/Mai/Jun - 2009), no qual o presidente da entidade falou sobre sua candidatura e sobre seus adversários políticos, imputando aos mesmos indistintamente um ato certamente também impensável em relação ao então candidato do Cmt Geral da Corporação.



Crendo ainda na possibilidade de condução do processo de forma democrática (talvez tivesse sido apenas um deslize), busquei, em vão, a reparação do ato.



O tempo passou, a revista, as solenidades "fechadas" e os coquetéis da AME/RJ vieram...








E até um site "novo" foi inaugurado...









Todavia, o espírito democrático da atual gestão pareceu dar prova de pujança, levando a crer haver finalmente propiciado aos candidatos igualdade de condições na disputa.



As cartas foram feitas dentro dos parâmetros estabelecidos e, ao que parece, postadas.
Na mesma data, chegaram no apartamento em que resido as cartas minha e do cel Costa Filho.





Alguns dias após e extrapolando os parâmetros previamente estabelecidos (03 folhas), veio a carta do candidato presidente (por que o Riviera nunca é mencionado?).




Hoje, recebi uma carta da AME/RJ ostentando finalmente um convite para mais um de seus eventos festivos (previsto para a véspera da eleição).




Mas, para espanto e indignação (quem custeou a remessa?), havia também no envelope propaganda do atual presidente da entidade, ostentando não apenas a indicação de sua chapa, mas manifestação de ilustre e renomado oficial da PM, por quem nutro admiração e gratidão, e que, creio, não faz ideia de como as coisas estão sendo conduzidas.



Fico realmente feliz com o fato de que o dia 19/08/09 está próximo, a partir do qual, de uma forma ou de outra, pretendo não mais ser "representado" pelo atual presidente da Associação de Oficiais Militares do RJ.

Wanderby B. de Medeiros

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Resposta


Em campanha política é natural os candidatos tentarem convencer os eleitores de que possuem a melhor proposta de ação futura; do mesmo modo, é comum se apostar na fraqueza dos adversários, em especial dos que momentaneamente detêm o poder. Trata-se de “chumbo trocado”, que, segundo o dito popular, “não dói”. Em quaisquer das hipóteses, expõe-se mais o que no exercício do poder se demonstra inerte ou dúbio ante os acontecimentos, embora legitimado pelo voto. Claro que, numa campanha (até para síndico de edifício), os que pouco ou nada fizeram não mais convencerão ninguém. Já os que guardam o tesouro das lutas passadas, vencidas ou perdidas, acumulam mais chances de vitória. Denomina-se o fenômeno “legitimidade”. A legitimidade não guarda relação com o “ter” nem com o poder material em si. Vincula-se ao “ser”, que dispensa apresentação. Só “é” quem antes se legitimou “sendo”, mesmo não agradando a alguns.

É, pois, mui estranho o discurso do atual presidente da AME, enviado aos sócios, sugerindo que seus adversários têm pretensões políticas e por isso são candidatos à presidência da entidade. Ora, o atual presidente tropeça em sua própria história e na sua fraca memória por diversos motivos relevantes, a saber: a) ele já se candidatou a cargo eletivo parlamentar e perdeu. Não me lembra o partido político. Pelo jeito, talvez nem ele se lembre... b) A eleição para a presidência da AME é um ato político por excelência. Ou será que a campanha da AME não é política? O que diabos seriam as eleições, então, já que não se trata de “política”?...

A verdade é que, na edição do último informativo da AME, que somente é impresso após crivo do presidente, ele desfaçadamente ocupou a primeira página e deu uma de “Chávez” fazendo campanha a desmerecer as demais chapas, porém indeterminando suas absurdas acusações para atingir as duas numa só cajadada. Que temor é esse?... Sente-se ele “dono” da AME? É o que os associados esperam de um presidente de entidade para a qual contribui perolando a testa? O associado paga para ver a “pose de artista” do atual presidente e sua eloquência sem alvo certo? Ou melhor, em duplo alvo somente visto por bêbados?... Seria ele um presidente anômico? Só ele pode fazer uso do informativo oficial e de modo desairoso, como o fez, para assacar contra seus “inimigos”? Que processo eleitoral é esse? É plebiscito de carta marcada? É totalitarismo? Ora!

Que me desculpe o atual presidente do continuísmo, mas saiba que não existe nada pior que atacar sem armas. Pois, se existe uma opinião que eu, integrante da Chapa Identidade encabeçada pelo mui digno e honrado Major Wanderby, preservo dentro de mim, é a de que o atual presidente não me serve como representante de nada. Espero, então, que a maioria dos associados acorde para a realidade de que a AME deve pertencer a todos os associados. TODOS, E SEMPRE COM O DIREITO À DECISÃO CONJUNTA! E não como está hoje: a AME com o poder concentrado em apenas UM que nada fez para se legitimar ante os associados, e menos ainda convenceu a imensa maioria de oficiais e praças da PMERJ e do CBMERJ (associados e não-associados). Portanto, não é mais hora de “apelações emocionais baratas”. É hora de mudar! É o que nós, da Chapa Identidade, faremos em vencendo as eleições nesse específico processo político. Porque, ao revés do que afirma o atual presidente e candidato, O PROCESSO É POLÍTICO, SIM! Pois a AME é lugar de exercitar a POLÍTICA DE MUITOS! Não é lugar destinado ao lazer de poucos...

Emir Larangeira



As cartas dos candidatos (limitadas a três folhas por ato do atual presidente da AME/RJ)


CHAPA 1 - AZUL




CHAPA 2 - BRANCA

CHAPA 3 - CREME