Eleições - AME/RJ - 19/08/2009
O último pleito foi definido por 280 sócios.
Há 1111 sócios em condições de votar...
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Pleito encaminhado ao MP do RJ
Caro Presentante
O Boletim Informativo da entidade alusivo ao período Abr/Mai/Jun/2009 destacou em primeira página mensagem do epigrafado abarcando não apenas campanha em prol de sua própria candidatura, como também críticas inominadas direcionadas aos demais candidatos. Embora tenha sido solicitado direito de resposta, o pleito não logrou sequer retorno.
Em 06/08/09, foi recebida correspondência oriunda da AME/RJ, na qual, além de convite para evento cultural a ser realizado na véspera do pleito, houve remessa de manifestação de cunho eleitoral em prol do aludido candidato.
Na oportunidade, coloco à disposição documentação comprobatória do ora alegado, sendo fato que a mesma foi ainda reproduzida na rede mundial de computadores, no endereço http://chapaidentidade.blogspot.com/2009/08/na-virada-de-ano-20082009-e-em-meio.html.
Wanderby B. de Medeiros
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Estômago
Na virada de ano (2008/2009) e em meio a reflexões sobre a realidade e as perspectivas de destino ainda menos alvissareiro da PM do RJ, veio a decisão de tentar concorrer à presidência da AME/RJ.
Já no dia 01/01/09, foram "disparados" alguns emails, nem muito precisos.
A inscrição da chapa tem que ser feita em março do corrente.
Apesar da absoluta falta de auxílio por parte da presidência da AME/RJ, as assinaturas foram aos poucos e com muito custo sendo obtidas (quem queria correr esse risco?) e quase aos 45min do 2º tempo, com o inestimável concurso de um audacioso, digno, idealista e talvez não menos "louco" oficial treme-terra, a chapa e as assinaturas foram fechadas. Estava inscrita!
A primeira expectativa frustrada se deu quando da leitura do estranho texto publicado no Boletim Informativo da AME/RJ (Abr/Mai/Jun - 2009), no qual o presidente da entidade falou sobre sua candidatura e sobre seus adversários políticos, imputando aos mesmos indistintamente um ato certamente também impensável em relação ao então candidato do Cmt Geral da Corporação.






Na mesma data, chegaram no apartamento em que resido as cartas minha e do cel Costa Filho.
Alguns dias após e extrapolando os parâmetros previamente estabelecidos (03 folhas), veio a carta do candidato presidente (por que o Riviera nunca é mencionado?).
Wanderby B. de Medeiros
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Resposta
Em campanha política é natural os candidatos tentarem convencer os eleitores de que possuem a melhor proposta de ação futura; do mesmo modo, é comum se apostar na fraqueza dos adversários, em especial dos que momentaneamente detêm o poder. Trata-se de “chumbo trocado”, que, segundo o dito popular, “não dói”. Em quaisquer das hipóteses, expõe-se mais o que no exercício do poder se demonstra inerte ou dúbio ante os acontecimentos, embora legitimado pelo voto. Claro que, numa campanha (até para síndico de edifício), os que pouco ou nada fizeram não mais convencerão ninguém. Já os que guardam o tesouro das lutas passadas, vencidas ou perdidas, acumulam mais chances de vitória. Denomina-se o fenômeno “legitimidade”. A legitimidade não guarda relação com o “ter” nem com o poder material em si. Vincula-se ao “ser”, que dispensa apresentação. Só “é” quem antes se legitimou “sendo”, mesmo não agradando a alguns.
É, pois, mui estranho o discurso do atual presidente da AME, enviado aos sócios, sugerindo que seus adversários têm pretensões políticas e por isso são candidatos à presidência da entidade. Ora, o atual presidente tropeça em sua própria história e na sua fraca memória por diversos motivos relevantes, a saber: a) ele já se candidatou a cargo eletivo parlamentar e perdeu. Não me lembra o partido político. Pelo jeito, talvez nem ele se lembre... b) A eleição para a presidência da AME é um ato político por excelência. Ou será que a campanha da AME não é política? O que diabos seriam as eleições, então, já que não se trata de “política”?...
A verdade é que, na edição do último informativo da AME, que somente é impresso após crivo do presidente, ele desfaçadamente ocupou a primeira página e deu uma de “Chávez” fazendo campanha a desmerecer as demais chapas, porém indeterminando suas absurdas acusações para atingir as duas numa só cajadada. Que temor é esse?... Sente-se ele “dono” da AME? É o que os associados esperam de um presidente de entidade para a qual contribui perolando a testa? O associado paga para ver a “pose de artista” do atual presidente e sua eloquência sem alvo certo? Ou melhor, em duplo alvo somente visto por bêbados?... Seria ele um presidente anômico? Só ele pode fazer uso do informativo oficial e de modo desairoso, como o fez, para assacar contra seus “inimigos”? Que processo eleitoral é esse? É plebiscito de carta marcada? É totalitarismo? Ora!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
A data se aproxima
E, é claro, não podemos prever qual será o resultado da eleição.
Mantendo-se o caráter minoritário da escolha, com votação de apenas 1/4 dos sócios "capazes", é provável que as coisas se mantenham como de costume, sem grandes inovações (inclusive no Riviera) ou incremento de legitimidade (muito ao contrário).
Por outro lado, vencido majoritariamente o primeiro filtro, poderemos ter ao menos a certeza de que o eleito será fruto da escolha não apenas da maioria dos votantes, mas da maioria dos representados da categoria de oficiais militares do RJ, algo, convenhamos, muito importante e não menos raro do que a existência de três opções.
Qual é a tendência? Sinceramente não faço ideia, embora creia que os eventos festivos seletivos organizados pela atual gestão em dias próximos possam representar importante contributo para atrair a atenção no dia da votação ao menos dos convidados e dos homenageados, garantindo, quem sabe, certa margem de vantagem.
Talvez a aproximação e afinidade de meu adversário da ativa com a gestão anterior da PM também lhe garanta alguns votos cativos de aquinhoados, promovidos, etc.
Não importa... afinal, certas ou erradas, as práticas adotadas não parecem ser novas em matéria de disputa eleitoral na AME ou no Brasil. O que vale é que contrariando expectativas e realidade não muito agradável, estamos no páreo... somos a terceira opção disponível... somos, quem sabe, os azarões, mas somos também a terceira via... a opção de mudança e de luta franca e sem melindres... Sabemos o que precisa ser feito e o faremos.
Que venha logo a quarta-feita 19/08 e que ela aponte qual será o destino da representação classista de oficiais da PM e do CBM do RJ.

